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Tortinhas de batata e mandioquinha com queijo - sem forno e sem fritura!

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  Como fazer um lanche saudável, nutritivo, sem fritura e fácil? Eis a pergunta do milhão! Meia hora da cesta até o prato. Comassim, moço? Pois é: vivemos assistindo a receitas que não faremos, preparos que não entendemos e lives que nos prometem o céu na terra. Esta receita entrega o que promete: umas tortinhas de batata e mandioquinha (ou batata doce, se estiver na vibe fitness ) que não perdem para uma coxinha de queijo, não sujam nem fedem e não pesam na artéria! (Nem no bolso!) Que tal prepararmos os ingredientes? - 1 batata média + o equivalente em mandioquinha, ou - 2 batatas médias, ou - 1 batata média + 1 batata doce clara média - 2 colheres barrigudas (sopa) de farinha de arroz, ou - 2 colheres barrigudas (sopa) de farinha de trigo e fécula de milho (tipo Maizena), meio a meio - 1 colher de chá de açúcar + 1 colherzinha de sal fino [facultativo] - queijo muçarela ou meia-cura ralado (a gosto) - óleo para besuntar as mãos e a frigideira Bora preparar as tortinhas! - Lavar ...

DETOX PÓS-FESTAS (ou refeição leve no calor)

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Sei que se empanturrou nas Festas; tô vendo daqui. E, para piorar, a pós-Festas se alastrou até quase hoje, certo? Não adianta querer “limpar” comendo apenas alface e cenoura, nem ir para a “comidinha básica caseira” se isto é feijão, arroz e mistura. Oito ou oitenta?! Hoje teremos uma proposta cheia de sabor, fácil de preparar e bem diferente para uma salada maneira e todos os óleos e gorduras vegetais que o corpo precisa, sem deixar pesado nem com fome. O que é ainda melhor, passo-a-passo para até você conseguir fazer. E desenhado, para ninguém confundir os ingredientes nem dar aquela “mudancinha” que mude tudo e acabe desequilibrando os sabores. Ah! E com alternativas, para fazer caber no bolso! Importante compreender que serão necessários vários ingredientes, dos quais se utiliza bem pouco por pessoa; por isto, é bem interessante preparar para umas 4 ou 5 pessoas e não deixar a geladeira cheia de coisas que precisará comer em poucos dias. DICA: Se tive...

CUPCAKES SALGADOS NORDESTINOS

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E não é que tive minha primeira Festa Junina, com direito a um monte de comidas deliciosas, banda e tudo, e ainda ganhei o prêmio ao melhor prato?! Um humilde imigrante como quem vos escreve... Não poderia estar mais feliz! A festa, aliás, foi ótima e conheci pratos que nunca tinha provado, mas isto pode ser o assunto de outra postagem. Apenas indicar a culinária brasileira, como sempre, com sua imensa variedade de sabores, texturas e amores. Vamos lá então: O que eu preparei foi uma “releitura” de sabores bem brasileiros, todos eles amplamente consumidos no país todo, com um “quê” do Nordeste e no formato de um muffin/cupcake que, além de ser prático de comer, tem um recheio,  recheio (dentro), e seu creme por cima. São vários ingredientes e vários passos, mas nada que fique difícil de fazer seguindo a receita. Dos ingredientes mais “ousados” ou caros, providenciarei substitutos que não alteram o resultado. O que vai precisar para já ter do lado: Bacia ...

PÃO DE BATATA, BATATA DOCE E MANDIOQUINHA

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Existem receitas complicadas e receitas simples. O que ajuda a deixar uma receita simples é a maneira em que ela está apresentada e explicada. Eis nós. Gosto muito de pão de batata. Infelizmente, aqueles de padaria raramente atingem um ponto parecido com algo que possa ser chamado de pão de batata. Sinto muito. No entanto, podemos nos deparar com uma receita que faça com que o processo de preparação seja viável para o que uns pãezinhos destes são (algo saboroso e simples) e, ao mesmo tempo, com a versatilidade suficiente para adaptarmos o produto ao nosso gosto. Sem mais delongas... Vamos aos ingredientes e preparo: 1. Misture 1/2 xícara de farinha com 1 colher (rasa) de fermento seco para pães e 1 colher de sopa de açúcar . Acrescente 1/2 copo de água morna (de morna para quente). Misture bem até integrar e reserve, cobrindo com um pano ou plástico, ou alumínio mesmo.   DICA: Misture os secos antes de colocar a água e depois misture bem co...

PÃO PITA SEM OVO SEM MENTIRAS

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Viu aquelas receitas que todo mundo tem medo, pois sabe que escondem segredos? Pior, aquelas que você já perguntou alguma vez e desconfiou que a pessoa tivesse te passado “fácil demais”? Esta é uma. Em um post anterior, contei como as mesas da minha avó paterna eram fartas, porém com coisas que ela fazia com uma naturalidade e “simplicidade” invejáveis. E também mencionei como ela nunca passou os “segredos” para minha mãe –coisa de sogra e nora, saca? Então, após ler inúmeras receitas e assistir a vários vídeos de pessoas ao redor do mundo fazendo esta delícia, onipresente nas mesas orientais, pensei uma maneira de passar as dicas e os segredos do preparo da pita. Existem pães deste tipo em inúmeros países, alguns com “bolsinho” e outros simplesmente planos. Da Índia até Marrocos tem versões, variando ingredientes, tempos, cozimento, temperatura. Trago aqui uma receita que eu já fiz várias vezes, que dá certo , e que pode ser elaborada sem medo. Importantíssi...

MAIS BISCOITOS INSPIRADOS NA AVÓ

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Mais um da série “Explorando lembranças da infância”. E que bom, pois descobri que posso recriar sabores com técnicas relativamente simples. Sei que minha avó fazia diferente, que seus ingredientes eram mais sofisticados e, sobretudo, quase todos feitos por ela. Mas estamos no século 21, não somos confeiteiros, e queremos comer! Eis que eu continuei brincando de fazer biscoitos e tive bons resultados. A textura destes aqui é parecida, para quem conhece, com shortbread biscuits , que são biscoitos amanteigados sem ser aqueles “dinamarqueses” (os shortbread biscuits são muito comuns na Europa toda e nos Estados Unidos). As maiores diferenças são que eu não utilizei apenas manteiga-açúcar-farinha e temperei sutilmente a massa, para eles lembrarem os da avó, que eram com amêndoas, castanhas e tâmaras. Tem muita coisa para escolher em se tratando de biscoitos orientais. Muita mesmo. Aqui estou trazendo uma versão simples, descomplicada, que requer menos ingredientes, e com d...

BISCOITOS ORIENTAIS AVELUDADOS (ou, um passeio pelas memórias dos ancestrais)

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Ser filho de uma família multirracial, com origens em diversas etnias, é, sem sombra de dúvida, uma bênção. Além de ter aprendido a respeitar todo mundo e conviver com todos em paz, ter tido avós e pais que cozinhavam (e muito bem!) me ensinou a apreciar a culinária de uma maneira especial. Com um avô sírio, uma avó filha de libaneses, a outra filha de bascos e o outro vô filho de italianos, não tinha como ser diferente! Infelizmente, meus avós partiram quando eu era ainda muito novo, uma criança. No entanto, algumas das poucas memórias que ficaram – quase todas elas, na verdade – são de momentos na cozinha ou à mesa. Assim, aos meus tenros quatro anos de idade, aprendi a formar capeletti , brincando na diminuta cozinha da minha avó materna. Por muitos anos, não imaginei que essa experiência de mexer com massa voltaria no amor que sinto por farinha. Também me lembro das tardes em que meus pais nos levavam (eu e meu irmão) para a casa da minha avó paterna e passávamos ...